sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Independentes em destaque na Premiação da Biblioteca Nacional

A Fundação Biblioteca Nacional divulgou o nome dos vencedores do concurso “Prêmios Literários da Fundação Biblioteca Nacional 2009”, realizado em parceria com o Ministério da Cultura. Entre os premiados, há vários autores com obras publicadas por editoras independentes associadas à Libre-Liga Brasileira de Editoras. Das oito categorias, a Libre comparece em cinco.

Confira:

Prêmio Alphonsus de Guimaraens - Categoria: Poesia - Reynaldo Damazio, com Horas perplexas, da Editora 34 (2ºlugar).

Prêmio Clarice Lispector -Categoria: Conto - Beatriz Bracher, com Meu amor, da Editora 34 (1º lugar);
José Rezende Jr., com Eu perguntei pro velho se ele queria morrer, da Editora 7 Letras (2º lugar).

Prêmio Paulo Rónai - Categoria: Tradução - Paulo Werneck, com Zazie no Metrô, publicada pela Editora Cosac Naify (2º lugar);
Luís Antônio Martinez Corrêa, com O Percevejo, da Editora 34 (3ºlugar).

Prêmio Aloísio Magalhães - Categoria: Projeto Gráfico - Marina Carolina Sampaio, com Lina por escrito: textos escolhidos de Lina Bo Bardi, de Silvana Rubino e Marina Grinover, pela Editora Cosac Naify (1ºlugar).
Luciana Facchini, com Bili com limão verde na mão, de Décio Pignatari, pela Editora Cosac Naify (3ºlugar).

Prêmio Glória Pondé - Categoria: Literatura Infantil e Juvenil -- Graziela Bozzano Hetzel. com O Lobo, da Editora Manati (3ºlugar).

Para ver todos os premiados:
http://www.bn.br/portal/arquivos/doc/ResultadoPremioLiterario2009.doc

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Libre apoia os Cavaleiros da Cultura

O presidente da Associação Cavaleiros da Cultura, Carlos Oscar Niemeyer, esteve na Primavera dos Livros Rio de Janeiro 2009 reunido com a diretoria da Libre. Em pauta, a possibilidade de uma parceria com a Libre-Liga Brasileira de Editores para a segunda etapa da Cavalgada Cultural Brasília 50 anos, que vai sair de Belo Horizonte, em março do ano que vem, distribuindo livros pelas cidades do trajeto que leva até Brasília. "Nosso desejo é sensibilizar editoras com esse perfil, que divulgam a cultura e os autores brasileiros", destacou Niemeyer, segundo nota publicada no site da ACC.

A Associação Cavaleiros da Cultura é um grupo sem fins lucrativos, criado em Minas Gerais com o propósito de cavalgar pelo país, incentivando a leitura, a pesquisa e a preservação da cultura. O projeto Cavalgada Cultural Brasília 50 anos homenageia a capital federal e o arquiteto Oscar Niemeyer, padrinho da entidade. A primeira etapa da viagem foi concluída em julho de 2009, no percurso de 650 km entre Niterói e Belo Horizonte, quando foram distribuídos 57 mil livros em 25 municípios de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, beneficiando 32 mil pessoas. A arrecadação começou seis meses antes, através de contatos com editoras, escritores e doadores particulares.

Para a segunda etapa da viagem a expectativa é que sejam arrecadados 63 mil livros, completando a marca de 100 mil exemplares. Os cavaleiros planejam sair de Belo Horizonte em março de 2010, e chegar a Brasília no dia 21 de abril, data de comemoração de seu cinquentenário.

Iniciativa
Tudo começou em julho de 2007, quando 16 cavaleiros participaram da "Cavalgada do Centenário de Oscar Niemeyer", idealizada por seu neto Carlos Oscar Niemeyer. Saiu de Goianá (MG) e distribuiu 12 mil livros em 25 bibliotecas e escolas públicas de cidades do interior de Minas e São Paulo. Foram 813 quilômetros percorridos até a cidade de Barretos (SP), em 19 dias de atividades.

No encontro com a presidente da Libre, Cristina Warth, na Primavera dos Livros Rio de Janeiro 2009, a Associação concordou em priorizar a compra de livros de editoras associadas, caso receba o patrocínio pleiteado para o ano que vem. Além disso, representantes de editoras já confirmaram doação, como a Uapê. A professora Leda Hühne, proprietária da editora, enviou um e-mail aos Cavaleiros da Cultura doando mil exemplares para a II etapa da Cavalgada Cultural Brasília 50 anos. Essa é a segunda vez que a Uapê doa livros à instituição. No início de 2009, a editora foi a primeira a abraçar a causa da I etapa da viagem. A diretora da Alis Editora, Elizabeth Campos, aproveitou o evento para apresentar a Niemeyer editores e escritores presentes.

Outras editoras interessadas em participar podem entrar em contato com a assoicação no site
www.cavaleirosdacultura.org.br

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Ciranda em Londrina




A livraria infantojuvenil Ciranda fica em Londrina, no Paraná. Lá tem contação de histórias, shows e oficinas, numa loja que mistura livros, CDs e muitos brinquedos educativos. Criança que entra nessa ciranda, não quer mais sair...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Primavera dos Livros abre nesta quinta

A 15ª Primavera dos Livros será aberta ao público nesta quinta (26), nos jardins do Museu da República, a partir das 18h. O grande encontro dos editores independentes vai até o dia 29, com a literatura de Cordel como tema, em homenagem ao centenário de nascimento do poeta e cordelista cearense Patativa do Assaré. O evento é realizado pela Libre-Liga Brasileira de Editoras, com patrocínio da Secretaria Municipal de Cultural do Rio de Janeiro, das 10h às 22h. Estão previstos lançamentos, atividades para crianças, programação especial para profissionais do livro (dia 26), com seminário internacional de editores independentes, para professores (dia 27), atividades infantojuvenis, uma centena de lançamentos e venda de livros com até 40% de desconto. Em cerca de 90 estandes, os editores estarão presentes para trocar ideias com o público. A entrada é gratuita.

15ª Primavera dos Livros
26 a 29 de novembro de 2009 (dia 26, a partir das 18 horas)
Jardins do Museu da República
Rua do Catete, 153 - RJ
Das 10h às 22H
Entrada gratuita

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Libre questiona GDF sobre compra pública de 141 mil livros

A Libre enviou carta ao governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, pedindo esclarecimentos sobre a notícia de que a Secretaria de Educação se prepara para comprar 141 mil livros infantis e juvenis (47 títulos, 3 mil exemplares de cada um) de uma única editora. O documento é assinado por Cristina Warth, presidente da entidade que representa 104 pequenas e médias editoras. A aquisição do GDF seria destinada a compor o acervo de suas escolas e bibliotecas.

"Queremos crer que essa notícia não seja verdadeira, pois representaria atitude de privilégio para com uma única empresa e falha grave na gestão do recurso público, ignorando a produção de dezenas de editoras que durante todo o ano, diretamente ou via seus representantes, apresentaram livros para análise, como é de praxe nas compras de livros para formação de acervos de escolas, bibliotecas e alunos da rede pública", afirma a carta.

Segundo Cristina, nos últimos anos, verifica-se a inclusão cada vez maior de pequenas e médias editoras nas compras públicas, resultado da profissionalização do setor e do aumento da diversidade e qualidade dos livros que chegam ao mercado. Além disso, os governos têm se preocupado em compor acervos que representem a produção editorial do país.

"Nunca é demais lembrar que é a existência das pequenas e médias editoras que garante a bibliodiversidade e a renovação cultural, pois são elas que via de regra criam oportunidades para o lançamento de novos autores e de projetos editoriais diferenciados. Várias dessas casas editoriais recebem os mais importantes prêmios literários nacionais e internacionais. Portanto, desconsiderar seus catálogos no momento de compor acervos públicos representa não só uma grave falha técnica do órgão responsável, mas também uma negligência em relação à responsabilidade do comprador no fomento da cultura nacional", escreveu Cristina ao governador.

sábado, 14 de novembro de 2009

Libre prepara presença na Bienal

Na foto, da esq. para dir.: Rejane Dias (Autêntica Ed./Libre), Eduardo Mendes (CBL), Eliana Sá (Sá Editora e vice-presidente da Libre), Reinaldo Reis (Edi.Fund. Perseu Abramo/Libre), Miriam Gabbai (Callis/Libre), Camila Perlingeiro (Pinakotheke/Libre), durante reunião para discutir a participação dos editores da Libre na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, marcada para 12 a 22 de agosto de 2010, no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

A primeira proposta de design prevê a ocupação dos 400 metros quadrados de área reservada por um estande coletivo central e por duas ruas laterais. Nelas, também estarão editoras associadas à Libre, mas em estandes próprios, que poderão ter de 20 a 30 metros. No estande central compartilhado, as áreas podem variar de cinco a 20 metros por expositor. E, em todos os pontos, inclusive naqueles estandes instalados nas duas ruas laterais, será obrigatória a identificação clara, para o público, de editora filiada à Libre. Dessa forma, quem quiser participar da Bienal com o caixa único – em que o responsável pelas vendas presta contas depois do evento das obras vendidas por cada editora --, poderá fazê-lo no estande central. Mas quem preferir levar sua própria estrutura de atendimento e faturamento também tem essa opção garantida.
A ideia foi desenhada pelo arquiteto Andrés Neumann Oropesa, o mesmo que criou os estandes da Primavera dos Livros e o da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para a feira do livro de Frankfurt, em outubro, na Alemanha. “Queremos apresentar um grande espaço Libre na Bienal”, diz Cristina Warth, presidente da Liga Brasileira de Editoras. Até este mês, cerca de 90 associados já tinham confirmado interesse em participar.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Editora da Libre é a primeira brasileira a ter livros para Kindle

A Ibis Libris é a primeira editora brasileira a ter livros no catálogo da Amazon para o leitor eletrônico Kindle ou celulares IPhone, da Apple. Desde o início deste mês, Marco Polo e a Princesa Azul (Thereza Cristina Rocque da Motta) e Gozo de Ulysses (Noga Sklar) estão à venda no site norte-americano.

Na opinião de Thereza Cristina, autora, editora da Ibis Libris e diretora da Libre-Liga Brasileira de Editoras, as versões eletrônicas dos livros “não são uma ameaça ao mercado editorial, mas apenas uma nova forma de atuar”. Segundo ela, para vender na Amazon para Kindle, a obra precisa estar em inglês (ainda que bilíngue), e a editora ou autor também deve ter um representante com sede e conta-corrente nos Estados Unidos. O livro está à venda por US$ 9,00 na loja virtual. O próprio Kindle, no Brasil, com impostos, custa cerca de R$ 900,00. Mas quem não tiver o leitor eletrônico, poderá ler as obras em computadores convencionais, graças a um software liberado este mês pela Amazon – o Kindle for PC.